Reedição de pufismos

Estou a reeditar três modelos da colecção Pufismos (2003).

Sarja, algodão e poliestireno/200 x 60cm

Este pufismo é constituído por duas faces. Pode ser utilizado de modo fechado ou aberto, devido a sua dimensão, pode ser utilizado também como colchão.

PVP: 390 Euros

Veludo de algodão, espuma sintética/140x140x30cm

O formato de “donut” foi concebido para ser utilizado por mais de uma pessoa. O revestimento em veludo, permite um maior conforto físico e táctil. A fácil mobilidade da Bóia, ajuda à sua instalação numa superfície horizontal ou vertical.

PVP: 490 Euros

Sarja, algodão, malha de seda e espuma sintética/130x130x50cm

Tem uma cavidade central que permite o contacto directo com seu interior, produzindo uma sensação de bem-estar e conforto.

PVP: 490 Euros

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PARA MAIS INFORMAÇÕES: mail@ricardoalmeida.net

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“Portugal-Antuérpia” lançamento 9/11, livro nº3

Em Antuérpia

Maagdenhuis Museum, Lange Gasthuisstraat 33, 2000 Antwerpen

Apresentação de

Portugal & Antwerpen

de

Anne Quataert e Frédéric Wille

(versão trilingue: NL, Fr, PT, em edição da Orfeu)

Um guia de visita, perspectivado na antiga e forte presença de Portugal naquela cidade, entre 1500-1648. As marcas visíveis e ocultas da “nação mais favorecida”, a que contribuiu decisivamente para que Antuérpia tivesse sido, na época, o maior porto de trato comercial de produtos do Oriente na Europa, das especiarias em particular. Tomé Lopes, João Brandão, Rui Almada, Luís Nunes, Amato Lusitano, as famílias Duarte, Rodrigues, Henriques e tantos outros portugueses deixaram a sua marca na História da cidade e no seu desenvolvimento urbano e artístico. É este o conteúdo deste Guia, indicando onde se encontram hoje certas referências ainda visíveis de um passado comum flamengo-português. (JPS)

A capa e paginação são da autoria da Dragari Design (Ricardo Almeida).

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“Não sejas urso!”, crónica lx n27

Lisboa, são 8h35 e estou na plataforma a aguardar a chegada do metro. De repente, ouve-se um aviso, “por motivos de perturbação da linha, há um atraso de 15 minutos na circulação do metro, pedimos desculpa pelo incómodo“…Bem não há nada a fazer senão esperar, o número de pessoas também vai aumentando e finalmente chega o “rápido” subterrâneo. À entrada lev0 logo com o “bafo”, é preciso observar com atenção o pouco espaço que resta – lembro que o dito veículo já esgotava a sua lotação – acabei por  ficar junto à porta de saída, o ar sempre é mais respirável. A meio do percurso, um indivíduo algo estranho, de óculos escuros,  ligeiramente nervoso, aproxima-se da porta para sair. As portas abrem e manda um enorme empurrão às pessoas que se encontravam preparadas para entrar, com um tom irado, olha para trás e diz: “Deixem-me passar, porra!!”. Estupefacção foi geral, até o rapaz que levou com o “abanão”, fico branco e continuou a ler o jornal, com as mãos a tremer, como se nada fosse. Ninguém  se insurgiu, respondeu ou abordou o dito indivíduo, a atitude que teve foi inadmissível…uma falta de respeito. Um silêncio e indiferença total pairou no ar.

Enfim são situações lamentáveis que acontecem, cada vez com mais frequência no quotidiano dos cidadãos, a vivência numa metrópole a meu ver, torna-se cada vez mais austera, violenta e perturbadora.

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mandala dreams

 

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bonsai xl

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Daqui e dali* (Dalinha 1)

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Dalinha 2

 

 

 

 

 

 

 

continuidade e permanência

quem mora na minha cabeça

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